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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Show Isabela Morais e Trio Ogã

Comemore os 100 anos de Vinícius de Moraes com samba-jazz no MIS

Redação em
O centenário do eterno “poetinha” Vinícius de Moraes é comemorado pelo MIS com o show “A benção de Moraes”, com apresentação do Trio Ogã e a cantora Isabela Morais. O espetáculo acontece no domingo, 29 de setembro, às 16h, na área externa do Museu. A entrada é Catraca Livre.
Formado por Felipe Siles de Castro (piano), Giancarlo Barletta (contrabaixo e arranjos) e Paulo Oliveira (bateria e percussão), o Trio Ogã propõe uma releitura da obra de Vinícius de Moraes, dando novos trejeitos às músicas, com arranjos na linha do samba-jazz, enquanto que Isabela encara a difícil tarefa de interpretar vocalmente as canções.

+música



A proposta é apresentar um show que perpassa as parcerias do poeta e compositor, ao longo de sua vida, desde as mais conhecidas como Baden Powell, Carlos Lyra, Tom Jobim, Edu Lobo e Toquinho, das menos conhecidas e menos recorrentes como Adoniran Barbosa, Moacir Santos, Pixinguinha.
Estão no repertório músicas como “Chega de saudade”, “Já era tempo”, “Apelo” e “O morro não tem vez”, entre outras.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

OSESP faz ensaio aberto a R$ 10

Seu bolso em harmonia com o erudito: Osesp faz ensaio aberto a R$ 10

Maurício Costa em
 Apresentação na Sala São Paulo aproxima a orquestra ao público; economia pode chegar a R$ 150
“Música erudita não é para todos”. Para provar que a máxima está completamente errada, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) realiza ensaio aberto na Sala São Paulo, na quinta, 12 de setembro, às 10h. Com ingressos bastante acessíveis, a R$ 10, o público tem a chance de ter um contato maior com a orquestra e a música clássica.
A oportunidade não pode ser desperdiçada por aqueles que gostam do gênero, mas nunca puderam assistir a um concerto. Afinal, o ensaio aberto precede uma série de três apresentações formais da Osesp, o que significa que o grupo já está bem afiado.
Com regência de Yan Pascal Tortelier, a Osesp apresenta obras de Stravinsky e Rossini. Ao contrário do que é visto num concerto, os integrantes da orquestra, bem como o maestro, não ficam trajados formalmente no ensaio. O clima se torna mais descontraído e gera intimidade dos músicos com a plateia.

+música



Outra razão para não perder o espetáculo experimental é a financeira. Para se ter ideia, nos dias das apresentações regulares na Sala São Paulo os valores dos ingressos variam de R$ 28 a R$ 160.
Com o dinheiro economizado, o público que passar pela Sala São Paulo ainda pode aproveitar o centro para almoçar em algum lugar mais em conta. A SP Honesta pode te ajudar a encontrar o restaurante ideal, confira.

3º Encontro de Contadores de Histórias do Revelando São Paulo

roda-hsitoria

Durante todo o Festival, os visitantes de todas as idades poderão acompanhar diversos contos de encantamento e do imaginário popular, no espaço destinado aos Contadores de Histórias, trazendo causos do universo caipira, caiçara e tropeiro.
Além de proporcionar ao público o encantamento das narrativas tradicionais, o encontro reúne os contadores de histórias em um rico compartilhamento de experiências através das rodas de conversas que serão realizadas.
As  histórias serão contadas no Auditório 1 e, em alguns dias, sob as árvores do Parque. Clique aqui para ver o mapa com os locais.
Para quem quiser acompanhar as emocionantes histórias de diversas regiões do interior paulista  é só conferir a programação abaixo.


Sábado, 14 de setembro

09h30  Débora Kikuti
10h       Janaína Reis
10h30  Coronel Kalon Gypsie Kambulin
Roda de Histórias com Contadores Tradicionais
11h – 12h           Argenor, Mané Cigano, Maria Sardinha e contadores tradicionais
14h       Palomaris Mathias
14h30  Pajé Laguna
15h       Viviane Marques e Geraldo Orlando
15h30  Benê de S.José Campos
Roda de Histórias com Contadores Tradicionais
16h – 17h       Mané Cigano, Maria Sardinha e contadores tradicionais


Domingo, 15 de setembro

9h30    Débora Kikuti
10h       Cia. Do Verbo
10h30  Coronel Kalon Gypsie Kambulin
Roda de Histórias com Contadores Tradicionais
11h – 12h           Argenor, Mané Cigano, Maria Sardinha e contadores tradicionais
14h       Nani Braun
14h30  Coronel Kalon Gypsie Kambulin
15h       Bosco Maciel
15h30  Meninos perdidos e suas histórias
Roda de Histórias com Contadores Tradicionais
16h – 17h           Argenor, Mané Cigano, Maria Sardinha e contadores tradicionais


Segunda-feira, 16 de setembro

9h30    Gisélia Lima
10h       Maria Sardinha
10h30  Fabiana Prando
11h       Mané Cigano
11h30  Débora Kikuti
12h       aguardando confirmação
12h30  aguardando confirmação
14h30  Rogério Amorim
15h       Elaine Dauzcuk
15h30  Semeadores de Histórias
16h       Benê de S.José Campos
16h30  Gisélia Lima
17h       aguardando confirmação

Terça-feira, 17 de setembro

9h30    Débora Kikuti
10h       Maria Sardinha
10h30  Débora Kikuti
11h       Nhá Rita e Leco Borba
11h30  Mané Cigano
12h       aguardando confirmação
12h30  aguardando confirmação
14h30  Nhá Rita e Leco Borba
15h       Vanessa Meriqui
15h30  Janaína Reis
16h       Débora Kikuti
16h30  Camila Genaro
17h       aguardando confirmação

Quarta-feira, 18 de setembro

09h30  Prosa Fogão e Viola
10h       Wânia Karolis
10h30  Andrea Amaral
11h       Nhá Rita e Leco Borba
11h30  Mané Cigano
12h       aguardando confirmação
12h30  aguardando confirmação
14h30  Nhá Rita e Leco Borba
15h       Andrea Souza
15h30  Bosco Maciel
16h       Benê de S.José Campos
16h30  aguardando confirmação
17h       aguardando confirmação

Quinta-feira, 19 de setembro

9h    We’e'ena Miguel
9h30    Edmilson Ávila
10h       Maria Sardinha
10h30  Rita Nasser
11h       Dora Estevez
11h30  Mané Cigano
12h       aguardando confirmação
12h30  aguardando confirmação
14h30  Elaine Dauzcuk e Elias Khadira
15h       Rosita Flores
15h30  Bosco Maciel
16h       Eufra Modesto
16h30  aguardando confirmação
17h       aguardando confirmação

Sexta-feira, 20 de setembro

9h30    Joyce Néia
10h       Maria Sardinha
10h30  Débora Kikuti
11h       Mané Cigano
11h30  Barão de Pirapora
12h       Débora Kikuti
12h30  aguardando confirmação
14h30  Ingrid Silverol
15h       Vanessa Meriqui
15h30  Bosco Maciel
16h       Barão de Pirapora
16h30  Débora Kikuti
17h       aguardando confirmação

Sábado, 21 de setembro

09h30  Edmilson Ávila
10h       Rogério Amorim
10h30  Marina Costa
Roda de Histórias com Contadores Tradicionai
 
11h – 12h  Mané Cigano, Maria Sardinha, Geraldo Tartaruga e Ditão Virgílio
14h30  Carlos Godoy
15h       Rosita Flores
15h30  Clara Haddad
Roda de Histórias com Contadores Tradicionais
16h-17h  We’e'ena Miguel, Mané Cigano, Maria Sardinha, Pajé Laguna , Geraldo Tartaruga e Ditão Virgílio
Programação sujeita à alteração
 
Fonte:
http://revelandosaopaulo.org.br/rv/3o-encontro-de-contadores-de-historias-do-revelando-sao-Paulo/

Feira Nacional do Cordel

Feira traz a São Paulo o universo do Cordel

set 03, 2013
 
A Fundação Memorial da América Latina recebe a Feira Nacional do Cordel (Fenacordel) nos dias 13 e 14 de setembro. O encontro é aberto ao público em geral e interessados no universo da literatura de cordel e da cultura popular. A programação conta com três dias de palestras, debates, saraus, declamações, cantorias e sessões narrativas de histórias autorais e populares, apresentações de teatro, exposição de cordel, contação de histórias da oralidade e shows. A entrada é gratuita.
 
 
 
 
A Fenacordel enfoca todas as faces da poesia popular e ressalta a relevância do cordel para a cultura brasileira. São exposições de livros, embates de repentistas e espetáculos especiais, como a homenagem a João do Vale por Sapiranga e convidados, às 16h30 do sábado. Em associação com o Cineclube Latino-Americano, será exibido o Ciclo Cangaço, com os filmes “Lampião, Rei do Cangaço”, “A Morte Comanda o Cangaço”, “Corisco, o Diabo Loiro, todos do diretor símbolo do gênero, Carlos Coimbra.
 
 
Feira Nacional do Cordel e da Cultura Popular


Dia 13 de Setembro, sexta – 19h
Biblioteca Latino-Americana
  • Abertura oficial da FENACORDEL
  • Palestra “O Cordel no fogo cruzado da cultura”
Profª Vilma Mota Quintela (Faculdade São Luiz de França -FSLF)
Marco Haurélio (Poeta, ensaísta e pesquisador da literatura de cordel e folclore brasileiro)
  • Abertura da Exposição “Imagem e Tradição”
  • Show com Aldy Carvalho

Dia 14 de Setembro, sábado – 10h
Praça Cívica
Abertura da FENACORDEL
11h00 – Palhaço Gelatina
11h30 – Cordelista
12h00 – Exibição do Filme “Lampião, Rei do Cangaço”, Tenda do Circo Capadócia
12h00 – Palhaço Gelatina
12h30 – Cordelista
13h00 – Passagem de som
13h30 – Apresentação teatral “A saga de Berenice com seu boizinho encantado” (João Gomes de Sá), com Grupo Máscaras de Guaranésia
14h30 – Cordelista
15h00 – Exibição do Filme “A morte comanda o cangaço”, Tenda do Circo Capadócia
15h30 – Palhaço Gelatina
16h00 – Cordelista
16h30 – Show de Sapiranga e Convidados
Homenagem a João do Vale”


Dia 15 de setembro, domingo – 10h
Praça Cívica
Abertura da FENACORDEL
11h00 – Show Canto & Corda
12h00 – Cordelista
12h30 – Show Ibys Maceioh
13h30 – Show Rabo de Saia
14h30 – Cordelista
15h00 – Exibição do Filme “Corisco, o diabo loiro”, Tenda do Circo Capadócia

Pessoas com Síndrome de Down no Mundo da Beleza

10/09/2013 - 03h30

Projeto ensina pessoas com síndrome de Down a atuar no mundo da beleza


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ROBERTO DE OLIVEIRA
DE SÃO PAULO

Cabelo tipo Chanel, óculos moderninhos, Bárbara Sagula espia, por cima da armação, dedos deslizarem sobre cabelos longos, o secador revirar mechas, pentes e escovas remodelarem penteados. Presta atenção às clientes.
São quase 18h e o salão Blend, no Itaim Bibi (na zona oeste de São Paulo), está agitado. Bárbara também.
"A pior experiência do curso que estou fazendo foi ter que lavar os cabelos de uma boneca", diz, séria, para emendar com um sorriso: "Prefiro a cabeça do Rodrigo", conta, referindo-se a um dos instrutores, Rodrigo Nóbrega.
Bárbara, 30, e outros 11 estudantes de 17 a 47 anos fazem parte do "Beleza em Todas as Suas Formas", que capacita pessoas com síndrome de Down para atuar como auxiliares em salão de beleza.
O projeto começou no início deste ano com uma equipe multidisciplinar que se debruçou sobre o seguinte tema: o que é belo?

Pessoas com síndrome de Down no mundo da beleza

 
Fabio Braga/Folhapress
Grupo de pessoas com Síndrome de Down participam de treinamento em salão de cabeleireiro para atuar como ajudantes e atendentes
"O primeiro passo foi desconstruir os conceitos preestabelecidos pelo mercado da moda", explica Kátia Coutinho, diretora da Alfaparf Group, empresa de cosméticos italiana que, ao lado do Instituto Meta Social, desenvolve o trabalho.
Um dia na semana, eles passam por aulas práticas e teóricas por quatro horas e meia. Cartoons ajudam a construir diferentes situações vivida num salão de beleza.
Por meio deles, os estudantes aprendem tarefas como sentar direito, locomover-se, atender um cliente, lavar a cabeça de uma madame, deixar a mesa do cabeleireiro arrumada e limpa etc.
A primeira turma se forma em dezembro. Hoje, seis estudantes paulistanos terminam mais uma maratona: ajudar cabeleireiros a fazer a cabeça de modelos na Beauty Fair, em São Paulo.
Para o ano que vem, a meta é capacitar 156 alunos com deficiência intelectual em cinco capitais (mais informações em belezaprojeto.org).
"A gente sabe que pode haver rejeição. O curso inclui vivência no salão, onde simulamos uma série de situações nas quais a cliente não quer ser atendida", explica o cabeleireiro Roberto Martins, 50.
Mãe de uma menina com síndrome de Down e integrante do projeto, a psicóloga Andréa Barbi, 43, explica que os alunos enfrentam situações reais de rejeição e preconceito. "Confie em suas potencialidades", ensina.
Mônica Helena Babbi, 44, uma das alunas, trabalhou dois anos num salão no Morumbi. Diz não se importar em lavar cabelo, do tipo que for. "Só fico muito triste em ainda ter que lidar com o preconceito."
 
Fonte:
 
Site do Projeto
 
 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Contação de História com Maurício de Souza

Contação de história online com Maurício de Souza

Redação em

Como parte do programa Itaú Criança, criador da Turma da Mônica inaugura o ciclo de leituras com o texto "Margarida"

Reprodução
Reprodução
No vídeo, Maurício de Souza também dá dicas de como incentivar os jovens à leitura.
 
A contação de história, uma das formas mais antigas de oratória, ainda se faz presente na vida de muitas crianças. Seja por meio dos avós, pais ou professores, o publico infantil passa a ter contato com fábulas e contos passados de geração a geração. Com o avento da tecnologia, a prática não perdeu espaço, pelo contrário, ganhou novas possibilidades. Este é o caso do projeto “Itaú Criança“.
Leituras serão realizadas em vídeos que serão transmitidos ao longo do ano na internet via Hangouts – chamadas de vídeo do Google+. O primeiro deles foi narrado pelo cartunista Maurício de Souza, “pai” da Turma da Mônica, e pode ser assistido no Youtube. O título escolhido foi “Margarida”, do escritor André Neves.
Confira a contação de história abaixo:
 
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Fonte:http://catracalivre.com.br/geral/dica-digital/indicacao/contacao-de-historia-online-com-mauricio-de-souza/

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Cordelistas na Virada Cultural 2013

Pela primeira vez o cordel aportou na Virada Cultural de São Paulo. Neste sábado os poetas @[1794628488:2048:João Gomes de Sá], @[100001304407277:2048:Cacá Lopes] e eu estivemos no palco da Virada Literária convidados pela Libre Liga Brasileira de Editoras  por quem temos livros publicados pelas editoras que fazem parte dessa plêiade da publicação literária brasileira. Agradecemos ao ilustre André E @[100000972080455:2048:Valuche Produções] por nos honrar com o convite e a possibilidade de atingirmos um público que nos prestigiou e aplaudiu encantado o mundo encantador do cordel.
 
"Pela primeira vez o cordel aportou na Virada Cultural de São Paulo. Neste sábado os poetas João Gomes de Sá, Cacá Lopes e eu estivemos no palco da Virada Literá...ria convidados pela Libre Liga Brasileira de Editoras por quem temos livros publicados pelas editoras que fazem parte dessa plêiade da publicação literária brasileira. Agradecemos ao ilustre André E Valuche Produções por nos honrar com o convite e a possibilidade de atingirmos um público que nos prestigiou e aplaudiu encantado com o mundo encantador do cordel".

 
Cacá Lopes - Via Facebook
 
 


sexta-feira, 17 de maio de 2013

CONCURSO LITERÁRIO - PODE PÁ QUE É NÓIS QUE TÁ

As EDIÇÕES UM POR TODOS está organizando um Concurso Literário para #JOVENS e #ADOLESCENTES da #CIDADE de São Paulo.

Serão mais de R$ 2.000,00 reais em prêmios para os primeiros colocados.

... Para atingir tantas pessoas, convocamos um time da pesada para batalhar bastante pra atingir esta galera. Mas ainda falta mais gente: #VOCÊ!

#CURTA nossa página: www.facebook.com/edicoesumportodos, receba nossas informações, veja nosso regulamento.

REGULAMENTO DISPONÍVEL A PARTIR DO DIA 25 DE MAIO, NO SARAU DOS MESQUITEIROS, OU DIA 26 DE MAIO, NESTA PÁGINA.

PODE PÁ QUE É NÓIS QUE TÁ
Ver mais

 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Organização da Festa de São Miguel

Pessoal, o ciclo de reuniões para organização da festa de São Miguel que acontece no mês de setembro estão em fase inicial e para os interessados em participar da elaboração da programação, compartilhe o convite e convide os amigos, associações e grupos culturais compareça no próximo dia 21, na subprefeitura de São Miguel.
 

Literatura de Cordel

Lançamento e sessão de autógrafos do livro: “Literatura de Cordel – do Sertão à sala de aula”, de Marco Haurélio, no próximo dia 18/05/2013.

Virada Cultural 2013

Cortejo com samba, marchinha, afoxé e maracatu marca abertura da Virada 2013

por Virada Cultural
Bloco Afro Ilê Aiyê
Por ter música e por ser na rua, a Virada Cultural às vezes é confundida com um Carnaval fora de época. Neste ano, o maior evento cultural da cidade assume de uma vez por todas a sua vocação festeira.
O pontapé inicial da Virada será dado no sábado (18), no Vale do Anhangabaú, onde acontecerá a concentração do Cortejo da Virada, às 15h. De lá, a partir das 17h, o bloco seguirá rumo ao Minhocão. Trinta grupos de música e tradições brasileiras embalarão o público pelas ruas do Centro Antigo ao som de samba, marchinha, conga, afoxé, capoeira, maracatu, música indígena, entre outros ritmos.
Confira os grupos que vão se apresentar no cortejo rumo ao Minhocão, dentro dos seus respectivos gêneros:
TORÉ
Toré dos índios Pankararú
BUMBA MEU BOI
Grupo Cupuaçu
AFOXÉ
Afoxé Ilê Omo Dada
Afoxé Omo Orumilá
BLOCO AFRO
Ilú Obá de Mim
Bloco Carnavalesco Ilê Ayiê
CONGADAS E MOÇAMBIQUES
Congada Divino Espirito Santo
Congada de São Benedito
Congada de São Benedito de Belém
Moçambique de Lorena
Moçambique Raiz de Lagoinha
Cia de Moçambique Parque Bandeirantes
Irmandade N. Sra. Do Rosário de Justinópolis (MG)
FOLIA DE REIS
Folia de Reis de Buenópolis
Folia de Reis Estrela Dalva
JONGO
Jongo de Piquete
Jongo de Embu
SAMBA RURAL PAULISTA
Samba de Bumbo Vovô da Serra Jápi
Samba de Bumbo de Cururuquara
Votubumbá
Kolombolo Diá Piratininga
Samba Lenço de Mauá
MARACATU
Bloco de Pedra
Cia Caracaxá
Marcatu Ilê Alafia
Baque Bolado
Lele de Oiá
Baque Cidade
Maracatu Porto de Luanda
Maracatu Piaba de Ouro (PE)

Programa VAI seleciona projetos de São Miguel

Acorda Zé


Formado a partir da ideia de montar um ateliê em São Miguel Paulista, extremo leste da cidade de São Paulo, para mostrar a diversidade artística produzida em bairros periféricos, o Acorda Zé pretende incentivar a cultura na comunidade, a partir da realização de eventos com manifestações artísticas.
“Queremos envolver diversas linguagens culturais, aproximar os moradores do bairro mostrar a importância da prática dessas atividades no bairro”, explica Jonathan. O intuito do Acorda Zé é também chamar a atenção do público para algumas necessidades da região. “Queremos convidar a todos para uma reflexão que garanta melhorias”, diz ele.
O Acorda Zé foi produzido por jovens participantes da 7ª edição do Programa Jovens Urbanos pela ONG CECCRA Aldemir de Almeida Lemos.
Acompanhe a página do Facebook do grupo e veja o que os jovens já realizaram: https://www.facebook.com/Acorda.ZL

Museu Afro Brasil:Conheça as atividades educativas

 

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Publicada: 13/05/2013

Portal Cenpec destaca programação educativa do Museu Afro Brasil na 11ª Semana de Museus

Foto: Divulgação

De hoje (13) até domingo (19) 1.250 museus e organizações culturais de todo o País oferecem uma programação especial por conta da 11ª Semana de Museus. Proposta pelo Instituto Brasileiro de Museus, a Semana marca a celebração do Dia Internacional de Museus (18 de maio).

Hoje também comemoramos outra data importante na História do País: a abolição da escravidão. Para celebrar os dois eventos, o Portal Cenpec foi conhecer o Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil, instituição que participa das atividades da Semana de Museus.

O Museu Afro Brasil
Situado dentro do Parque do Ibirapuera, o Museu Afro Brasil ocupa o Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, edifício que integra o conjunto arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer na década de 1950. Seu acervo conta com mais de 5 mil obras distribuídas pelos 11 mil metros quadrados do prédio. O Museu abriga ainda o Teatro Ruth Rocha e uma Biblioteca com mais de 6800 publicações, que leva o nome da escritora Carolina Maria de Jesus.

O Museu foi fundado em 2004 por iniciativa do artista plástico e ex-diretor da Pinacoteca de São Paulo e atual curador da instituição, Emanoel Araújo. Em 2009, quando o Museu foi incorporado pela Secretaria de Cultura do Estado, Araújo doou 2.163 obras de sua coleção particular para o acervo do museu.

A ideia é que o Museu seja “um espaço de preservação e celebração da cultura, memória e da história do Brasil na perspectiva negro africana” – informa o site da instituição. A reflexão sobre a contribuição dos povos africanos e dos afrodescendentes à cultura brasileira é proposta de diferentes maneiras e a partir de perspectivas muitas vezes impensadas.

São cinco os núcleos que estruturam a exposição de longa duração do Museu: África: Diversidade e Permanências; Trabalho e Escravidão; As Religiões Afrobrasileiras; Festas; O Sagrado e o Profano, História e Memória e Artes Plásticas: a Mão Afrobrasileira. O Núcleo Trabalho e Escravidão, por exemplo, reúne objetos de trabalho, instrumentos de tortura e de castigo dos tempos da escravidão. “O foco é mostrar como o trabalho vai se constituindo, como esses objetos de trabalho são construídos e como o trabalho também se revela como um espaço de resistência”, explica a coordenadora do Núcleo de Educação do Museu, Neide Almeida.

Uma grande instalação com uma carcaça de um navio negreiro ilustra o tipo de embarcação usado para transporte dos escravos . A sala reúne ainda cenas de filmes, poemas que falam desse percurso, quadros e instrumentos de castigo que reforçavam a condição de propriedade dos negros escravizados. “São peças que lembram esse processo perverso de construção de preconceito, de racismo, de submissão e o quanto isso marca a história da sociedade brasileira”, destaca Neide.


Instalação Navio Negreiro (Foto: Divulgação)
Embora esteja presente no acervo do Museu, ela ressalta que a questão da escravidão não é abordada como central no percurso proposto pela curadoria. “Esse elemento é necessário, não tem como deixar de reconhecer que isso deixou uma marca muito forte na nossa história, mas não é tratado como uma coisa central. Não é um museu da escravidão, que vai destacar esse processo da submissão. Pelo contrário, traz elementos dessas outras dimensões”.

Atividades educativas
Para explorar todo o potencial educativo da instituição, o Museu conta com um Núcleo de Educação que dispõe de uma equipe multidisciplinar. No total, são 12 educadores com diferentes formações (Artes, Ciências Sociais, Letras, Psicologia) que se revezam nos períodos da manhã e da tarde, realizando atendimentos de grupos de visitantes de terça a domingo. Há ainda um educador surdo para realização de visitas em libras e um congolês, radicado no Brasil há oito anos e que promove atividades em parceria com os outros monitores. Por mês, o Museu recebe em torno de 10 mil visitantes, sendo que metade desse público é recepcionada pela equipe de educadores.

“Nas visitas, a gente sempre procura partir de uma provocação, uma pergunta, um questionamento; é sempre uma tentativa de que a visita não seja uma aula, mas sim um diálogo mediado pelo acervo”, afirma a coordenadora.

Por conta do grande número de peças e de exposições (atualmente o Museu abriga cinco exposições temporárias e uma de longa duração), não é possível percorrer todo o museu em 1 horas e 15 minutos, tempo de duração das visitas. Diante disso, os educadores concebem roteiros, elegendo algumas obras que consideram mais representativas e/ou a partir dos interesses do grupo, levantados previamente por meio de um questionário no caso das visitas agendadas. “Por exemplo, no Núcleo de Memória e História, o educador pode escolher a escultura do Zumbi e a partir da observação dessa obra ir fazendo os links e apresentando o Núcleo. Ele vai trazendo algumas chaves, algumas possibilidades de compreensão do material que está aqui, já que não tem como explorá-lo todo”, explica Neide.




Festas de origem africana incorporadas à cultura brasileiraVisitas temáticas - O Núcleo de Educação promove ainda visitas temáticas, a partir de datas históricas, “para aprofundar uma determinada questão ou linguagem”, esclarece. Nesse mês de maio, serão realizadas duas visitas temáticas: uma intitulada O mundo do trabalho, antes e depois da Abolição (“mas pensando nessa dimensão mais ampla do trabalho que dialoga com outras manifestações culturais”), em função do dia do trabalho (dia 1º), e outra chamada Vozes da Abolição.

“Nessa última o foco é o Núcleo História e Memória, pensando todo esse movimento que existiu tendo como objetivo a abolição e que muitas vezes é absolutamente invisível, como se fosse de fato um decreto que tivesse marcado esse momento”, reitera.

Oficinas e contações de história também estão entre as atividades educativas desenvolvida pelo Núcleo. “Elas são sempre pensadas em diálogo com as reflexões que vamos propondo: às vezes para experimentar uma determinada técnica, uma determinada linguagem, ou pensar o desdobramento de um determinado conceito”. As sessões de leitura ou de contação de histórias, denominadas “Aos pés de Baobá”, são realizadas todo último sábado do mês, às 11h, com o objetivo de “promover o acesso a essas narrativas ao maior número possível de pessoas e uma reflexão sobre essas histórias como possibilidades de representação de um imaginário que muitas vezes está fora do nosso repertório”.

Atividades de formação
Um outro eixo de atuação do Núcleo é a formação de educadores. “Como a gente não consegue atender a toda a demanda, procuramos contribuir para a formação dos professores para que eles possam também atuar como mediadores. O professor um pouco mais preparado pode apresentar o museu de uma forma mais qualificada para os seus alunos”", pensa a coordenadora. Ela conta que nesse mês de maio as incrições para realização de visitas mediadas pelos educadores do Museu se esgotaram um dia depois de abertas.


Os encontros acontecem aos sábados e os grupos são organizados de acordo com a demanda. Eles incluem sempre uma visita, onde é feito um recorte do acervo, seguida por alguma atividade. No mês passado, por exemplo, foi realizado um encontro cujo foco foi História e Memória. O roteiro realizado pelo educador priorizou esse núcleo; em seguida foi realizada uma atividade na Biblioteca. “A ideia era pensar o professor como pesquisador, capaz de fazer esse mapeamento das diferentes fontes que se pode recorrer para pensar a questão da história e da memória”. Para o próximo semestre, está sendo estudada a possibilidade de se promover um conjunto de encontros, dos quais o professor pode participar integralmente ou escolhendo os temas de seu interesse, compondo uma programação de formação.

O Núcleo também realiza, em parceria com a Fundação Casa, um programa de formação dos agentes pedagógicos que atuam na instituição, sendo uma edição no primeiro semestre e outra no segundo. São seis encontros em período integral, que envolvem visita ao acervo, palestras, oficinas, discussões. “A proposta é pensar como o museu pode contribuir para que eles discutam essas temáticas lá na própria Fundação Casa, promover uma reflexão e trabalhar alguns recursos que eles possam usar no seu cotidiano”, explica.

Aos pés do Baobá - Especial Dia das Crianças 2012 (Foto: Divulgação)

Uma década da Lei 10.639
Neste ano, a Lei 10.639, que determina o ensino nas escolas da história e cultura afrobrasileira, completa 10 anos. E o Museu Afro Brasil desempenha papel importante nesse sentido, na medida em que tem como propósito justamente preservar e difundir esse patrimônio cultural, dando concretude ao que está – e também ao que não está – nos livros.

“Aqui o aluno tem a possibilidade de olhar para uma escultura e ver seus aspectos históricos, sua memória, toda uma produção artística; dá uma outra dimensão para o conhecimento. Não é só ouvir ou ler uma história, é pensar as diferentes possibilidades de materialidade desses acontecimentos”, acredita Neide.

A coordenadora do Núcleo reconhece o papel do Museu no cumprimento da Lei 10.639, mas ressalta que “nenhuma instituição sozinha vai conseguir dar conta [disso]; essa é uma ação que tem que vir de várias direções”. Em sua avaliação, esse deve ser um compromisso de todas as instituições que atuam com a formação de educadores, dando lhes subsídios para ampliação de repertórios e referências. “Temos o grande desafio de garantir que essa discussão esteja presente na pauta de todas as formações”.

“Todas as nossas ações estão imbuídas desse desejo e dessa perspectiva: de que essa questão entre na pauta e se materialize nas ações dos educadores e mediadores”, reforça.


Fabiana Hiromi

CURSOS TÉCNICOS GRATUITOS EM: SAÚDE BUCAL, FARMÁCIA, ANÁLISES CLÍNICAS E GESTÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE

INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ 21/05
ACESSE www.institutomais.org.br

... ATENÇÃO!!!
INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ O DIA 21/05/13

A Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão – SEMPLA, por meio da Coordenadoria de Gestão de Pessoas - COGEP e a Escola Técnica de Saúde Pública “Prof. Makiguti” de acordo com as disposições da legislação vigente, fazem saber, que estarão abertas as inscrições no período de 15 de abril a 21 de maio de 2013, para o Processo Seletivo para os cursos técnicos de Farmácia, Análises Clínicas, Saúde Bucal e Gestão de Serviços de Saúde, na forma disposta no Edital.

As inscrições serão recebidas pela internet, através deste site (www.institutomais.org.br), ou de forma presencial, pessoalmente ou porprocuração, no período de 15 de abril a 21 de maio de 2013, no posto de inscrição do Instituto Mais, instalado nas dependências da Escola Técnica de Saúde Pública “Prof. Makiguti”, localizada na Avenida dos Metalúrgicos, 1.945, Cidade Tiradentes - São Paulo/SP, das 09 às 12 horas e das 13 às 17
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ATENÇÃO!!!
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A Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão – SEMPLA, por meio da Coordenadoria de Gestão de Pessoas - COGEP e a Escola Técnica de Saúde Pública “Prof. Makiguti” de acordo com as disposições da legislação vigente, fazem saber, que estarão abertas as inscrições no período de 15 de abril a 21 de maio de 2013, para o Processo Seletivo para os cursos técnicos de Farmácia, Análises Clínicas, Saúde Bucal e Gestão de Serviços de Saúde, na forma disposta no Edital.

As inscrições serão recebidas pela internet, através deste site (www.institutomais.org.br), ou de forma presencial, pessoalmente ou porprocuração, no período de 15 de abril a 21 de maio de 2013, no posto de inscrição do Instituto Mais, instalado nas dependências da Escola Técnica de Saúde Pública “Prof. Makiguti”, localizada na Avenida dos Metalúrgicos, 1.945, Cidade Tiradentes - São Paulo/SP, das 09 às 12 horas e das 13 às 17

ÔNIBUS DA CAPITAL TERÃO INTERNET GRÁTIS ATÉ A COPA


Projeto-piloto vai começar neste mês; Prefeitura de SP promete instalar nos coletivos conexão 4G, a banda larga exigida pela Fifa

Caio do Valle
O Estado de S.Paulo.
... 16/05/2013

Os ônibus de São Paulo passarão a oferecer banda larga sem fio até a Copa do Mundo de 2014, promete a Prefeitura. E a tecnologia disponível nos coletivos da capital será a mesma exigida pela Fifa para as cidades-sede do evento esportivo, ou seja, de quarta geração (4G).

O secretário municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, diz que uma empresa está sendo escolhida para testar o serviço. O projeto-piloto deve começar neste mês. "A ideia é fazer na frota inteira e pôr 4G, que veio para ficar na cidade." Hoje, a frota tem cerca de 14,9 mil coletivos que transportam 9,8 milhões de passageiros por dia.

Em março do ano passado, ainda na gestão Gilberto Kassab (PSD), a São Paulo Transporte (SPTrans) anunciou que instalaria Wi-Fi em oito paradas do corredor de ônibus Campo Limpo/Rebouças/Consolação, entre a zona oeste e o centro. Mais de um ano depois, nenhum deles ainda tem conexão. A mesma coisa ocorreu com o Terminal Santo Amaro, na zona sul: em dezembro de 2011, a SPTrans começou a oferecer internet sem fio. Hoje, os 210 mil usuários do espaço já não dispõem mais do benefício. No Terminal Lapa, na zona oeste, o serviço também chegou a ser prometido, mas não saiu do papel. A Prefeitura não informou se pretende reativar a internet nesses locais.

INTERNET
O uso de tecnologias digitais pela SPTrans não se restringe ao oferecimento de internet sem fio. O órgão criou, no fim de 2011, uma conta no Twitter (@sptrans_), onde publica informações como mudanças no itinerário das linhas. 

segunda-feira, 22 de abril de 2013