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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Virada Sustentável 2015

Fundação Tide Setubal participa da 5ª edição da Virada Sustentável


QUALIDADE DE VIDA | CDC 14/09/2015

Nos dias 27 e 28 de agosto, a Fundação Tide Setubal participou da 5ª edição da Virada Sustentável, evento realizado em toda a cidade com o com o objetivo de reunir pessoas, grupos e instituições públicas e privadas que trabalham para melhorar a sociedade e o meio ambiente a partir da sustentabilidade.
No dia 27, o CDC Tide Setubal recebeu uma roda de conversa sobre arte e sustentabilidade. André Palhano, fundador e organizador da Virada, abriu a roda de conversa destacando a influência das artes para estimular práticas sustentáveis. “A arte provoca um novo olhar e relação com a realidade, por isso é importante pensarmos em novas narrativas e estratégias que sensibilizem e mobilizem as pessoas para mudanças de hábitos e comportamentos, enfatizando a força da brincadeira e da diversão para a construção de uma sociedade sustentável”.
Já no dia 28, os alunos da EMEF José Honório participaram de uma série de atividades sustentáveis promovidas pelo núcleo Qualidade de Vida, da Fundação Tide Setubal, em parceria com o Instituto NUA e com a ONG Organicidade. Os alunos do 6º e 7º ano marcaram presença nas oficinas de culinária e sabores, horta, minhocário e sementeira, jogos da natureza onde os alunos aprenderam um pouco mais sobre sustentabilidade ambiental e exploram os espaços da escola.
Izabel Brunsizian, coordenadora do Qualidade de Vida, destaca a participação na Virada da Sustentabilidade. “No Qualidade de Vida trabalhamos para melhorar as relações e os lugares de convivência. Para a participação da Virada Sustentável, pensamos em levar isso para os alunos estimulando toda a turma no trabalho em equipe e no direito de escolha, já que cada aluno podia selecionar qual oficina participar e descobrir um novo jeito de aprender dentro da escola”.
“Nunca tinha feito uma horta, foi legal colocar a mão na terra, mas eu gostei mesmo foi da oficina de culinária onde aprendemos sobre alguns temperos e preparamos os lanches para toda a turma, adoraria ter mais atividades como essa na escola”,  conta a aluna Vitória Cristina, 12 anos, do 6º ano,o aluno Kelvin Alves, 12 anos, confessou que a participação na oficina de culinária foi sua primeira experiência na cozinha”. “Participei dos jogos cooperativos onde aprendemos a trabalhar em grupo. Na oficina de culinária também foi minha primeira vez ajudando a fazer comida, eu nunca ajudei minha mãe em casa, mas agora já posso fazer pelo menos a salada”.
Para Luiz Henrique, de 11 anos, as atividades deixaram o dia de aula mais divertido. “Foi legal sair da sala de aula e aprender brincando. Na oficina de culinária nós preparamos o lanche para toda a turma. Eu gostaria de ter mais aulas assim”.
A gestora ambiental, Claudia Saleme, também realizou uma atividade com os alunos da EMEF onde as crianças puderam trabalhar em grupo para compreender a sustentabilidade no espaço escolar. “Comecei com esse trabalho na Amazônia e contei um pouco dessa minha experiência para os alunos aqui da EMEF José Honório. Através do trabalho em grupo os alunos usaram a música e imagens para compreender um pouco do que é sustentabilidade e da importância de colaborar para a construção de uma sociedade sustentável dentro da escola”.
 














 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Projeto Sustentabilidade e Qualidade de Vida - Dia da Família na Escola


 OFICINA DE CULINÁRIA REALIZADA EM 11/10/2014 COM AS CULINARISTAS DA FUNDAÇÃO TIDE SETÚBAL E MULHERES DO PROJETO AÇÃO-FAMÍLIA DA EMEF JOSÉ HONÓRIO RODRIGUES
 Neste segundo semestre de 2014, numa das intervenções do Projeto Ação- Família da EMEF José Honório Rodrigues em parceria com a Fundação Tide Setúbal, a nossa escola foi presenteada com um momento muito “saboroso” - uma manhã de sábado com uma aula especial de saladas, sucos, bolo e torta salgada com a participação da família de muitos de nossos alunos (participantes do projeto), professores e funcionários da unidade escolar aprendendo a reaproveitar partes de alimentos que comumente costumamos descartar, como cascas de frutas e talos de leguminosas.  Sobre base sustentável, a chefe de cozinha Maria Alice Lima e colaboradoras, ensinaram a fazer pratos bem versáteis, como um suco verde a base de couve, famoso nas dietas detox, uma nutritiva salada de couve crua com cebola roxa, regada a suco de limão e laranja, um bolo feito com cascas de banana muito nutritivo e delicioso, entre outros. Algo que surpreendeu a todas as participantes foi uma torta de liquidificador dessas muito conhecidas por quem gosta de uma culinária rápida, só que contendo alimentos realmente nutritivos, com talos de beterraba e de brócolis refogados no alho.
Além do aprendizado de novos pratos, a troca de experiências culinárias entre as participantes foi outro momento muito importante vivenciando na cozinha. Além de tudo isso, as participantes ainda ganharam um livrinho de receitas bem criativo, elaborado pela chefe, com o qual todas as presentes poderão divulgar o saber compartilhado daquele momento.
Professora Renata Francucci Vendramini
 






 

sábado, 30 de agosto de 2014

Resultado do teste sobre sustentabilidade aplicado na escola


Projeto Sustentabilidade

O grupo de JEIF com a intenção de realizar  um levantamento quanto ao conhecimento dos nossos alunos sobre sustentabilidade ambiental e quais atitudes praticadas referentes ao tema, aplicamos um teste. Consultamos vários sites que abordam o assunto e escolhemos o teste que consta no site: www.atitudesustentaveis.com.br. O teste constando de dez perguntas e resposta de múltipla escolha foi aplicado a todos os alunos e ao grupo de mães do projeto Ação Família. Os resultados foram tabulados conforme gráfico abaixo; de acordo com a finalização constatamos que devemos criar estratégias que resultam em ações para mudar esta realidade quanto às atitudes sustentáveis não praticadas.


Projeto Docência Compartilhada

Projeto Arte e Matemática : Jogando e Aprendendo

 
O projeto nasceu da necessidade de buscar novas maneiras de ensinar matemática, tendo o lúdico como principal ferramenta no desenvolvimento do raciocínio lógico, tal como, na resolução de problemas matemáticos, entendendendo que o trabalho com jogos contribui para o desenvolvimento de habilidades como observação, análise, levantamento de hipóteses, previsão, argumentação, tomada de decisão e organização algo indispensável na vida acadêmica.
O referido projeto é desenvolvido pela professora Fernanda junto aos alunos dos 4° e 5° anos do período da manhã, o mesmo abrange um conceito muito caro a nossa unidade escolar, a sustentabilidade já que os materiais utilizados para a confecção dos jogos serão embalagens recicladas, materiais como o papel, o plástico, a madeira que ao invés de serem descartados de forma inadequada serão reutilizados em prol da aprendizagem.
 
Os jogos desenvolvidos durante o projeto ainda podem ser doados posteriormente aos alunos para que os mesmos disseminem a prática em suas casas com suas famílias, pois por meio de atividades lúdicas promove-se a interação e uma maior proximidade entre as pessoas algo tão escasso nos dias atuais, a ideia é promover gincanas entre as salas envolvidas no projeto para fomentar a troca de conhecimentos entre as diferentes séries.
 
Este trabalho foi feito em dois momentos, primeiro houve a construção das formas no Trangran de madeira. O Tangran é um jogo de quebra-cabeça chinês composto por 7 peças 5 triângulos,1 quadrado e 1 paralelogramo. Em um outro momento foi exibido uma sequência de Slides com a biografia e as obras de Hélio Oiticica, algumas destas obras estavam presentes na exposição 30 Vezes Bienal, que aconteceu no pavilhão da Bienal entre setembro e dezembro de 2013. Hélio Oiticica foi um artista muito importante nos anos 60,e em suas obras é frequente o uso das figuras geométricas como o quadrado, o triângulo e o retângulo.
 
 
Professora Fernanda Ilário
 
 










 
 

 

sábado, 2 de agosto de 2014

Semana do Meio Ambiente


“5 de junho foi a data escolhida para celebrar anualmente o Dia Mundial do Meio Ambiente.

O Dia Mundial do Meio Ambiente começou a ser comemorado em 1972 com o objetivo de promover atividades de proteção e preservação do meio ambiente e alertar o público mundial e governos de cada país para os perigos de negligenciarmos a tarefa de cuidar do meio ambiente.

Foi em Estocolmo, no dia 5 de junho de 1972, que teve início a primeira das Conferências das Nações Unidas sobre o ambiente humano (durou até dia 16) e por esse motivo foi a data escolhida como Dia Mundial do Meio Ambiente. 

Tema do Dia Mundial do Meio Ambiente

Todos os anos, as Nações Unidas dão um tema diferente ao Dia Mundial do Meio Ambiente, que são maneiras de dar idéias para atividades de conscientização das populações e de proteção do meio ambiente.

Em apoio à designação pela ONU de 2014 como o Ano Internacional dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, o Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano usará o mesmo tema, com um foco especial na questão da mudança do clima.

O Dia Mundial do Meio Ambiente (DMMA) é o principal veículo das Nações Unidas dedicado a estimular ação e conscientização global em prol do meio ambiente. A data tem crescido e se tornado uma importante plataforma pública, celebrada amplamente por partes interessadas em mais de 100 países. Também serve como o “dia das pessoas” para tomar uma atitude pelo meio ambiente, estimulando ações individuais ou coletivas que causem um impacto positivo no planeta.

O Dia Mundial do Meio Ambiente é uma chance para fazer as pessoas perceberem que são responsáveis pelo planeta Terra e que podem se tornar agentes da mudança”.

 "O Planeta Terra é a ilha compartilhada por todos nós. Devemos nos unir para protegê-la."
 

A nossa escola promoveu diversas ações como exibição de vídeos, produção de textos, desenhos e muitas ações práticas diretamente na composteira, limpeza e organização da horta e coleta de óleo para a reciclagen. Parabéns a todos os professores e alunos que participaram dessas ações que continuam mantendo a chama do Projeto José Honório  Escola Verde  cada dia mais viva... Vamos continuar preservando o que é de todos!
 
Referêcias:

http://www.unep.org/portuguese/WED/about/

 








quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Educadora Ambiental Claudia Saleme e EMEF José Honório Rodrigues

Educadora que iniciou projeto em Santarém é premiada em São Paulo

Cláudia Saleme foi premiada no V Fórum da Promoção da Saúde do Governo de São Paulo

 

       
       
Cláudia Saleme
Cláudia Saleme
 
O Projeto Mottainai de autoria da Gestora e Educadora de Sustentabilidade Ambiental CLÁUDIA SALEME, do CEAESP (Centro Avançado de Estudos na Gestão Pública e Privada) participou no V FÓRUM DA PROMOÇÃO DA SAÚDE e Experiências Bem Sucedidas em Promoção da Alimentação Saudável que ocorreu no dia 13 de novembro, no auditório da Faculdade de Saúde Pública, com a publicação em artigo e apresentação de banner do Projeto que desenvolve na Escola Municipal de São Paulo José Honório Rodrigues.
O “Projeto Mottainai: Educação e Sustentabilidade Ambiental”, inscrito na área temática de Desenvolvimento Sustentável, desenvolvido na Escola Municipal de São Paulo José Honório Rodrigues, recebeu a Premiação de Menção Honrosa pela Secretaria de Saúde do Governo de São Paulo e realizadores do evento: DCNT (Divisão de Doenças Crônicas Não Transmissíveis), CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) e CCD (Coordenadoria de Controle de Doenças).
 
Momento em que Cláudia Saleme defendia seu trabalho em São Paulo
Momento em que Cláudia Saleme defendia seu trabalho em São Paulo
 
“O Programa de Educação e Sustentabilidade Ambiental incentivou a mudança comportamental de atitudes e práticas diárias. O comprometimento em defender o meio ambiente tem por finalidade contribuir com a área da saúde pública e educacional, socializando a área juvenil e interagindo com a comunidade paradespertar o interesse em criar e inovar capacidades, adquirir conhecimento e mecanismos de alternativas para o cotidiano”. (Educadora Cláudia Saleme).
Cláudia Saleme, que estudou Gestão Ambiental no IESPES e iniciou este Projeto em 2006 na cidade de Santarém (Pará), hoje Mestranda em Saúde Pública na cidade de São Paulo, recebe o reconhecimento pelas incansáveis práticas em defesa de um mundo mais sustentável, começando pela educação, onde participa de vários trabalhos em prol do desenvolvimento dos oitos objetivos do milênio (ODM).
Fonte: RG 15/O Impacto 
 

sábado, 23 de novembro de 2013

Compostagem Caseira

Como reutilizar resíduos no dia a dia
 
Aprenda a fazer compostagem e vassoura de garrafa PET
 
É difícil colocar em prática o consumo sustentável sem antes repensar o grande desperdício de resíduos na sociedade brasileira. “É praticamente impossível viver sem produzir restos, mas podemos diminuir a produção e reaproveitar ao máximo o que geramos”, observa Naira Tavares, consultora ambiental da ONG Ecomaparapendi.
É possível reutilizar esses resíduos, mesmo os orgânicos – como restos de comida – para produzir bens utilizados no dia a dia e ajudar a extrair menos recursos da natureza. “Ao reaproveitar os resíduos tanto orgânicos quanto inorgânicos estamos gerando menos lixo e assim impedindo que ele seja descartado incorretamente”, ressalta Naira. “O melhor resíduo é aquele que não foi gerado, ao reutilizar um resíduo damos uma nova utilidade a ele, impedindo seu descarte”.
Um exemplo de reaproveitamento dos resíduos é a compostagem, pela qual é possível transformar sobras de alimentos em adubo para plantas. “A composteira proporciona terra adubada e rica em nutrientes, podendo ser utilizada em qualquer tipo de plantio, inclusive o de hortas”, explica Naira. “Sugiro o cultivo de temperos e plantas adequadas a apartamentos.” Veja abaixo o passo a passo da compostagem e da produção de outros objetos a partir de resíduos reciclados:
Compostagem em casa

Material necessário: caixa plástica com tampa – tamanho 42x30x13, ou aproximadamente 13 litros; bandeja plástica; ferro de solda; luvas; faca ou tesoura; espátula ou colher de pau; esterco seco ou húmus - compra-se em floriculturas; restos de cascas de frutas, legumes, verduras, cascas de ovos, sementes, restos de poda (resíduos orgânicos); terra seca; e pó de café usado pouco úmido (borra de café).
Etapas:
1ª - Faça furos pequenos (no diâmetro do ferro de solda) no fundo da caixa e na tampa usando o ferro de solda;
2ª - Disponha na caixa os resíduos na seguinte sequência: uma camada de terra seca; uma camada de resíduos orgânicos (cascas de frutas, legumes, verduras, restos de poda); uma camada de húmus ou esterco seco; uma camada de terra seca; uma camada de resíduos orgânicos; e uma camada de esterco. No final, coloque a bandeja por baixo da caixa para reter a terra;
Compostagem (Foto: Divulgação/Recicloteca)Disposição dos resíduos na caixa para fazer a compostagem (Foto: Divulgação/Recicloteca)
 
3ª Misture bem o composto a cada três dias usando a espátula e as luvas. O composto estará pronto quando: estiver homogêneo, ou seja, com a mesma cor e mesma textura; exalar cheiro de terra; estiver escuro - com aspecto de borra de café seca ou terra boa; e a maioria dos resíduos estiver decomposto.
Observações:

1) Para evitar o mau cheiro e a proliferação de insetos, salpique borra de café, palha seca ou serragem por cima da compostagem;
2) Não utilize alimentos cozidos, temperados, contendo sal ou açúcar, porque estes atraem insetos e animais indesejáveis. O óleo, temperos e conservantes, dificultam o processo de decomposição dos alimentos, dando tempo para a ação de insetos e animais indesejáveis;
3) Todos os resíduos orgânicos devem ser picados;
4) Evite o excesso de alimentos cítricos, a acidez faz com que o processo de decomposição demore mais;
5) É normal e desejável que a temperatura no composto se eleve. Use o dedo como termômetro e sinta a terra morna;
6) É normal o aparecimento de algumas moscas de fruta (Drosophila sp.) e de fungos durante a decomposição;
7) É importante não compactar as camadas na caixa, o material deve estar solto para que haja oxigênio entre camadas.
No site da Recicloteca também é possível encontrar um vídeo didático com uma técnica simples para fazer uma composteira dentro de casas e apartamentos.

Vassoura de PET
Material necessário: 18 garrafas PET de 2 litros; cabo de vassoura; tesoura; estilete; furador; arame; martelo e pregos.
Etapas:
1ª Retire o rótulo da garrafa;
2ª Retire o fundo da garrafa com auxílio do estilete;
3ª Faça cortes na garrafa até a parte mais arredondada. A garrafa deve ficar com tirinhas de cerca de 0,5 cm;
4ª Retire o gargalo com a tesoura;
5ª Faça 17 peças sem gargalo e deixe uma com;
6ª Encaixe as peças sem gargalo, uma a uma, por cima da peça com gargalo.
7ª Corte a parte superior de outra garrafa e encaixe por cima da base da vassoura que acabou de preparar;
8ª Faça dois furos e encaixe o arame, atravessando todas as camadas de garrafas;
9ª Puxe o arame até o outro lado e torça as pontas para arrematar;
10ª Fixe as peças com o auxílio de dois pregos e está pronta a vassoura!
Vassoura de garrafas PET (Foto: Divulgação/Recicloteca)Passo a passo da vassoura de garrafas PET (Foto: Divulgação/Recicloteca)
 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Música criada pelos alunos do Projeto Jovem Comunica

Paz na Terra

Paz na Terra
Muitas catástrofes.
Nosso Planeta, vamos melhorar!
E para isso nós precisamos,
De todo mundo para nos ajudar!

Você pode com seu carinho, ajudando na limpeza dos rios.
Ou então, plantando árvores no solo lindo desse meu Brasil.
Papel no chão e nem sujeira, nada disso deveremos jogar!
Os animais em extinção, todos juntos deveremos cuidar!
Discriminação em nosso meio, isso tudo deve acabar!
Pois, nenhum tipo de preconceito existe forma de justificar.

Paz na Terra

Muitas catástrofes.
Nosso Planeta, vamos melhorar!
E para isso nós precisamos,
De todo mundo para nos ajudar!

Pensar no próximo, também devemos!
Pois, este mundo não pertence só a nós.
Um mundo justo de verdade é onde todos os cidadãos têm voz.
Na escola José Honório nós pensamos na preservação.
Pois, o que parte das escolas para a vida serve de lição

(Refrão)


Junho de 2013

terça-feira, 2 de julho de 2013

Comunidades Educadoras para educar na cidade


1º Encontro das Escolas Participantes do Projeto

Jovem Comunica 2013

19/06/13





 



“Se alguma coisa nos anima a educar é a possibilidade
de que esse ato de educação, essa experiência em gestos,
nos permita liberar-nos de certas verdades, de modo
a deixarmos de ser o que somos, para ser outra coisa,
para além do que vimos sendo”.

                                                                                                              Jorge Larrosa e Walter Koban


Precisamos reconhecer que o espaço urbano traz elementos e potencial que propiciam uma ocupação educativa organizada, configurando uma espiral conectiva a integrar forças simbólicas, equipamentos, instituições e pontos do espaço público, sendo essencial trabalhar as oportunidades urbanísticas para o desenvolvimento da educação e uma consequente gestão territorial das forças educativas e culturais.

Em meio ao movimento daqueles que diariamente movem seus corpos e ativam suas mentes nesse espaço urbano para se relacionarem com crianças e adolescentes da cidade, dentro de um emaranhado metodológico e de organizações curriculares construídas a partir de concepções, na maioria das vezes distantes da percepção das singularidades de cada ponto, localidade, dessa urbe convulsionada pelo desequilíbrio social, a educação percebe, enquanto “não – humana personagem”, a necessidade de demonstrar sua potência de germinação participativa, além dos índices qualitativos advindos de arranjos para atender os rankings com seus prêmios ao desempenho de gestões e de ensino – aprendizagem.

Ocupar a cidade com comunidades educadoras demanda pensar numa nova configuração educacional, algo que nasce com potencial de superar os obstáculos materiais e imateriais. Aprender e ensinar nos espaços da cidade, além da sala de aula, é ter a certeza de que “as crianças ao cantar livres no presente, conectam e expressam desejos de viver num mundo em que as crianças são somente crianças com o direito de serem crianças”. É também projetar uma visão - aspiração que tem em relação à aprendizagem dos coletivos, com o consequente impacto na comunidade e na relação com o território. Assim, criamos uma espiral conectiva de valores dentro do território e passamos a garantir a participação sistêmica dos múltiplos atores

Precisamos garantir a gestão participativa e de envolvimento da comunidade nos processos de aprender, ensinar, pensar, propor, decidir e aplicar, considerar a necessidade de uma radiografia da comunidade no levantamento histórico detalhado sobre as condições sócio - econômica e cultural das famílias, também apropriar - nos e usar os indicadores de aprendizagem formal, não – formal e informal expressos nessa comunidade, num processo de construções singularizadas de complexos educativos, porém não particularizados, ou seja, é de um lugar, mas também é da cidade e que concomitantemente efetiva a contribuição na Rede de Proteção Social do território – cidade como definidor da identidade urbana.

Claro que quando pensamos em lugar nos referimos, como afirma Milton Santos, ao espaço que faz sentido, mesmo quando esse espaço não tenha nem um sentido de não – sentido, como por exemplo, viver dentro de rios e córregos poluídos, em lugares sem a mínima condição de habitabilidade, realidade desse centro tropical, não só no caso dos humanos. Ou então não ter mais frutos nas árvores e muitas vezes nem árvores, para que os pássaros possam sobreviver, além da necessidade das árvores de existirem pássaros... Enfim, diante desse cenário urge o estabelecimento de uma educação que produza conhecimento, a partir de uma inteligência ecossistêmica para a renovação do pensamento social.

Esses e outros aspectos da vida dos que convivem com a escassez, agora frisando a condição humana, leva - nos obrigatoriamente a pensar e repensar nossas ações políticas, que perpassam analisar e reavaliar as propostas constantes, as formas, maneiras, estratégias e métodos de educar, muitos deles inócuos, a maioria concebida em compartimentos conceituais sem reconhecer o “ergo” de quem vive a educação.

Mas estamos próximos de iniciar uma nova configuração de educação que permite a descoberta de possibilidades de construir uma cidade educadora, vivendo a cidade como forma sensível de civilização, nuam evolução criadora como nos provoca Henri Bergson: “quando recolocamos o nosso ser no nosso querer, e este no impulso que ele prolonga, compreendemos que a realidade é um perpétuo crescer, uma criação que continua sem fim. A nossa vontade já fez um milagre”.


José Luiz Adeve (Cometa)

Coordenador do Núcleo de Comunicação Comunitária

Fundação Tide Setubal - www.ftas.org.br

55 (11) 2956 0091

55 (11) 973888391

Por uma educação que produza conhecimento a partir de uma inteligência ecossistêmica para a renovação do pensamento social.










sexta-feira, 14 de junho de 2013

Economia, Política e Sustentabilidade

A gota que faltava

Alexandre Versignassi 12 de junho de 2013


 
Para entender melhor o que está acontecendo na rua, imagine que você é o presidente de um um país fictício. Aí você acorda um dia e resolve construir um estádio. Uma “arena”.
O dinheiro que o seu país fictício tem na mão não dá conta da obra. Mas tudo bem. Você é o rei aqui. É só mandar imprimir uns 600 milhões de dinheiros que a arena sai.
Esses dinheiros vão para bancar os blocos de concreto e o salário dos pedreiros. Eles recebem o dinheiro novo e começam a construção. Mas também começam a gastar a grana que estão recebendo. E isso é bom: se os caras vão comprar vinho, a demanda pela bebida aumenta e os vinicultores do seu país ganham uma motivação para produzir mais bebida. Com eles plantando mais e fazendo mais vinho o PIB da sua nação fictícia cresce. Imprimir dinheiro para construir estádio às vezes pode ser uma boa mesmo.
Mas e se houver mais dinheiro no mercado do que a capacidade de os vinicultores produzirem mais vinho? Eles vão leiloar as garrafas. Não num leilão propriamente dito, mas aumentando o preço. O valor de uma garrafa de vinho não é o que ela custou para ser produzida, mas o máximo que as pessoas estão dispostas a pagar por ela. E se muita gente estiver com muito dinheiro na mão, essa disposição para gastar mais vai existir.
Agora que o preço do vinho aumentou e os vinicultores estão ganhando o dobro, o que acontece? Vamos dizer que um desses vinicultores resolve aproveitar o momento bom nos negócios e vai construir uma casa nova, lindona. E sai para comprar o material de construção.
Só tem uma coisa. Não foi só o vinicultor que ganhou mais dinheiro no seu país fictício. Foi todo mundo envolvido na construção do estádio e todo mundo que vendeu coisas para eles. Tem bastante gente na jogada com os bolsos mais cheios. E algumas dessas pessoas podem ter a idéia de ampliar as casas delas também. Natural.
Então as empresas de material de construção vão receber mais pedidos do que podem dar conta. Com vários clientes novos e sem ter como aumentar a produção do dia para a noite, o cara do material de construção vai fazer o que? Vai botar o preço lá em cima, porque não é besta.
Mas espera um pouco. Você não tinha mandado imprimir 600 milhões de dinheiros para fazer um estádio? Mas e agora, que ainda não fizeram nem metade das arquibancadas e o material de construção já ficou mais caro? Lembre-se que o concreto subiu justamente por causa do dinheiro novo que você mandou fazer.
Mas, caramba, você tem que terminar a arena. A Copa das Confederações Fictícias está logo ali… Então você dá a ordem: “Manda imprimir mais 1 bilhão e termina logo essa joça”. Nisso, os fabricantes de material e os funcionários deles saem para comprar vinho… E a remarcação de preços começa de novo. Para quem vende o material de construção, tudo continua basicamente na mesma. O vinho ficou mais caro, mas eles estão recebendo mais dinheiro direto da sua mão.
Mas para outros habitantes do seu país fictício a situação complicou. É o caso dos operários que estão levantado o estádio. O salário deles continua na mesma, mas agora eles têm de trabalhar mais horas para comprar a mesma quantidade de vinho.
O que você fez, na prática, foi roubar os peões. Ao imprimir mais moeda, você diminuiu o poder de compra dos caras. Inflação é um jeito de o governo bater as carteiras dos governados.
Foi mais ou menos o que aconteceu no mundo real. Primeiro, deixaram as impressoras de dinheiro ligadas no máximo. Só para dar uma ideia: em junho de 2010, havia R$ 124 bilhões em cédulas girando no país. Agora, são R$ 171 bilhões. Quase 40% a mais. Essa torrente de dinheiro teve vários destinatários. Um deles foram os deputados, que aumentaram o próprio salário de R$ 16.500 para de R$ 26.700 em 2010, criando um efeito cascata que estufou os contracheques de TODOS os políticos do país, já que o salário dos deputados federais baliza os dos estaduais e dos vereadores. Parece banal. E até é. Menos irrelevante, porém, foi outro recebedor dos reais novos que não paravam de sair das impressoras: o BNDES, que irrigou nossa economia com R$ 600 bilhões nos últimos 4 anos. Parte desse dinheiro se transformou em bônus de executivo. Os executivos saíram para comprar vinho… Inflação. Em palavras mais precisas, o poder de compra da maioria começou a diminuir. Foi como se algumas notas tivessem se desmaterializado das carteiras deles.
Algumas dessas carteiras, na verdade, sempre acabam mais ou menos protegidas. Quem pode mais tem mais acesso a aplicações que seguram melhor a bronca da inflação (fundos com taxas de administração baixas, CDBs que dão 100% do CDI…, depois falamos mais sobre isso). O ponto é que o pessoal dos andares de baixo é quem perde mais.
Isso deixa claro qual é o grande mal da inflação: ela aumenta a desigualdade. Não tem jeito. E esse tipo de cenário sempre foi o mais propício para revoltas. Revoltas que começam com aquela gota a mais que faz o barril transbordar. Os centavos a mais no ônibus foram essa gota.