terça-feira, 13 de agosto de 2013

INFORMÁTICA EDUCATIVA


Profª Rose



No retorno às aulas, os alunos do Ciclo I da Sala de Informática Educativa assistiram novamente o vídeo, produzido no semestre anterior, com as regras de convivência discutidas e elaboradas por eles. A ideia da professora, além de oferecer uma oportunidade para os alunos reverem o vídeo, era recuperar e reforçar o contrato didático com as turmas. As regras foram escritas no primeiro semestre por cada turma e depois sistematizadas pela professora. 

Clique no vídeo e confira!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Mini-jornada da Cidadania


Mini-Jornada da Cidadania

 Acontece nesta sexta, 9 de agosto, das 10h às 16h, no Galpão de Cultura e Cidadania (R. Serra da Juruoca, 112) a Mina-Jornada da Cidadania.

No evento, uma parceria entre a CIC Leste (Centro de Integração da Cidadania) e a Fundação Tide Setubal, estarão a disposição uma série de atividades, como retirada de documentos, exames e tratamentos estéticos. Confira abaixo:
...

- Carteira de Identidade – 1ª via
- Carteira de Trabalho – 1ª e 2ª via
- Certidão de nascimento/casamento/óbito
- Exame de vista (Oftalmo)
- Exames de Pressão/Diabetes
- Exames Tuberculose/HIV
- Limpeza de Pele/Cabelos/Esmaltação
- Agendamento para a Defensoria Pública
- Cadastramento da Tarifa Social (AES Eletropaulo)
- Microcrédito (Caixa Econômica Federal)
- Maquiagem e cabelo (Teruya)

Quem vai solicitar a 1ª via de RG, deve levar: Certidão de nascimento, comprovante de endereço e 2 fotos

Professora com síndrome de Down lança livro de fábulas sobre inclusão

05/08/2013 06h30 - Atualizado em 05/08/2013 06h30

Débora Seabra usa animais para falar de preconceito, rejeição e amizade.
Ela é a primeira professora do país com síndrome de Down.

 Do G1, em São Paulo


 
Débora Seabra escreveu livro infantil sobre inclusão (Foto: Divulgação )Débora Seabra escreveu livro infantil sobre inclusão (Foto: Divulgação )

Débora Araújo Seabra de Moura, de 32 anos, a primeira professora com síndrome de Down do Brasil, acaba de lançar um livro com fábulas infantis que têm a inclusão como pano de fundo. O livro traz contos que se passam em uma fazenda e têm os animais como protagonistas. Eles lidam com problemas humanos como preconceito e rejeição, caso do sapo deficiente que não conseguia nadar, da galinha excluída do grupo por ser surda e do passarinho de asa quebrada que precisou ganhar a confiança dos outros bichos para poder voar com eles.
Com 32 páginas, a obra "Débora conta histórias" (Araguaia Infantil, R$ 34,90) estará à venda nas livrarias a partir desta segunda-feira (5). As ilustrações são de Bruna Assis Brasil.
saiba mais
A professora também usa os bichos para abordar a importância da tolerância, respeito e amizade. Uma das fábulas é sobre a discriminação que o pato sofria por não querer namorar outras patas, e sim, patos.
Em outra, Débora conta a história de amizade entre um cachorro e um papagaio. Alguns contos foram escritos baseados em situações vividas por ela. O texto da contracapa é do escritor, membro da Academia Brasileira de Letras, João Ubaldo Ribeiro.
"Usei os animais, mas as histórias se encaixam aos humanos. É preciso respeitar e incluir todo mundo, aceitar as diferenças de cada um. Ainda existe preconceito", afirma Débora.
O livro nasceu em 2010, quando a jovem resolveu escrevê-lo para dar presente de Natal aos pais, o médico psiquiatra José Robério e a advogada Margarida Seabra. "Queria fazer uma surpresa, e eles ficaram felizes, adoraram a ideia."
Margarida lembra que a filha passou alguns meses dedicada a escrever a obra escondida no quarto, quando a mãe entrava de surpresa ela tratava logo de proteger o presente.
 
 
 
 
 
Veja a reportagem do Fantástico sobre a professora Débora
 
"A gente não imaginava, achávamos que fosse um diário." Os contos não foram escritos com a expectativa de se tornar livro, mas como o resultado agradou a todos, Margarida se rendeu aos conselhos e pedidos dos amigos e da família e foi em busca de uma editora. Antes, cogitou publicá-lo de forma independente, mas não foi preciso.
Não foi a primeira vez que a professora testou o lado escritora. Antes do livro de fábulas, escreveu a própria história que depois de ter as folhas impressas e presas por um espiral, foi dada aos pais. "Toda a família leu, guardamos como lembrança, mas achei que era comum. Já com as fábulas fiquei muito emocionada. As pessoas se surpreenderam pela dedicadeza das histórias", diz Margarida.
A obra "Débora conta histórias" será lançada oficialmente no mês de setembro em um evento para convidados, em Natal. Ainda não há data definida.
Escolas regulares
A autora da obra nasceu em Natal (RN) e há nove anos trabalha como professora assistente em um colégio particular tradicional da cidade, a Escola Doméstica. Débora sempre estudou em escolas da rede regular de ensino e se formou no curso de magistério, de nível médio, em 2005.
Quando começou a frequentar a escola, pouco se sabia sobre a síndrome de Down. Débora contou com o apoio da família que contrariou a tendência de matricular a filha uma escola especial, assim como fazia os pais naquela época. "Nunca cogitei uma escola especial porque Débora era uma criança comum. A escola especial era discriminatória e ela precisava de desafios. Não sabia muito bem como seria, mas estava aberta para ajudar minha filha a encarar qualquer coisa", diz Margarida.
Nem sempre foi fácil. Débora já foi vítima de preconceito. Ainda na educação infantil, lembra de ter sido chamada de 'mongol' por um garoto. Ela chorou, ficou magoada, mas encontrou na professora uma aliada que explicou à classe que 'mongóis' eram os habitantes da Mongólia e ainda ensinou as crianças o que era a síndrome de Down.
Por conta de sua experiência com professora, Débora já foi convidada para palestrar em várias partes do país e até fora dele, como Argentina e Portugal. Sempre que pode participa de iniciativas para ajudar a combater o preconceito, como apresentações teatrais - mais uma de suas paixões.
Débora Seabra, de 31 anos, com alunos na Escola Doméstica de Natal (Foto: Arquivo pessoal)Débora Seabra lê histórias aos alunos na Escola Doméstica de Natal (Foto: Arquivo pessoal)
 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Música criada pelos alunos do Projeto Jovem Comunica

Paz na Terra

Paz na Terra
Muitas catástrofes.
Nosso Planeta, vamos melhorar!
E para isso nós precisamos,
De todo mundo para nos ajudar!

Você pode com seu carinho, ajudando na limpeza dos rios.
Ou então, plantando árvores no solo lindo desse meu Brasil.
Papel no chão e nem sujeira, nada disso deveremos jogar!
Os animais em extinção, todos juntos deveremos cuidar!
Discriminação em nosso meio, isso tudo deve acabar!
Pois, nenhum tipo de preconceito existe forma de justificar.

Paz na Terra

Muitas catástrofes.
Nosso Planeta, vamos melhorar!
E para isso nós precisamos,
De todo mundo para nos ajudar!

Pensar no próximo, também devemos!
Pois, este mundo não pertence só a nós.
Um mundo justo de verdade é onde todos os cidadãos têm voz.
Na escola José Honório nós pensamos na preservação.
Pois, o que parte das escolas para a vida serve de lição

(Refrão)


Junho de 2013

terça-feira, 2 de julho de 2013

Comunidades Educadoras para educar na cidade


1º Encontro das Escolas Participantes do Projeto

Jovem Comunica 2013

19/06/13





 



“Se alguma coisa nos anima a educar é a possibilidade
de que esse ato de educação, essa experiência em gestos,
nos permita liberar-nos de certas verdades, de modo
a deixarmos de ser o que somos, para ser outra coisa,
para além do que vimos sendo”.

                                                                                                              Jorge Larrosa e Walter Koban


Precisamos reconhecer que o espaço urbano traz elementos e potencial que propiciam uma ocupação educativa organizada, configurando uma espiral conectiva a integrar forças simbólicas, equipamentos, instituições e pontos do espaço público, sendo essencial trabalhar as oportunidades urbanísticas para o desenvolvimento da educação e uma consequente gestão territorial das forças educativas e culturais.

Em meio ao movimento daqueles que diariamente movem seus corpos e ativam suas mentes nesse espaço urbano para se relacionarem com crianças e adolescentes da cidade, dentro de um emaranhado metodológico e de organizações curriculares construídas a partir de concepções, na maioria das vezes distantes da percepção das singularidades de cada ponto, localidade, dessa urbe convulsionada pelo desequilíbrio social, a educação percebe, enquanto “não – humana personagem”, a necessidade de demonstrar sua potência de germinação participativa, além dos índices qualitativos advindos de arranjos para atender os rankings com seus prêmios ao desempenho de gestões e de ensino – aprendizagem.

Ocupar a cidade com comunidades educadoras demanda pensar numa nova configuração educacional, algo que nasce com potencial de superar os obstáculos materiais e imateriais. Aprender e ensinar nos espaços da cidade, além da sala de aula, é ter a certeza de que “as crianças ao cantar livres no presente, conectam e expressam desejos de viver num mundo em que as crianças são somente crianças com o direito de serem crianças”. É também projetar uma visão - aspiração que tem em relação à aprendizagem dos coletivos, com o consequente impacto na comunidade e na relação com o território. Assim, criamos uma espiral conectiva de valores dentro do território e passamos a garantir a participação sistêmica dos múltiplos atores

Precisamos garantir a gestão participativa e de envolvimento da comunidade nos processos de aprender, ensinar, pensar, propor, decidir e aplicar, considerar a necessidade de uma radiografia da comunidade no levantamento histórico detalhado sobre as condições sócio - econômica e cultural das famílias, também apropriar - nos e usar os indicadores de aprendizagem formal, não – formal e informal expressos nessa comunidade, num processo de construções singularizadas de complexos educativos, porém não particularizados, ou seja, é de um lugar, mas também é da cidade e que concomitantemente efetiva a contribuição na Rede de Proteção Social do território – cidade como definidor da identidade urbana.

Claro que quando pensamos em lugar nos referimos, como afirma Milton Santos, ao espaço que faz sentido, mesmo quando esse espaço não tenha nem um sentido de não – sentido, como por exemplo, viver dentro de rios e córregos poluídos, em lugares sem a mínima condição de habitabilidade, realidade desse centro tropical, não só no caso dos humanos. Ou então não ter mais frutos nas árvores e muitas vezes nem árvores, para que os pássaros possam sobreviver, além da necessidade das árvores de existirem pássaros... Enfim, diante desse cenário urge o estabelecimento de uma educação que produza conhecimento, a partir de uma inteligência ecossistêmica para a renovação do pensamento social.

Esses e outros aspectos da vida dos que convivem com a escassez, agora frisando a condição humana, leva - nos obrigatoriamente a pensar e repensar nossas ações políticas, que perpassam analisar e reavaliar as propostas constantes, as formas, maneiras, estratégias e métodos de educar, muitos deles inócuos, a maioria concebida em compartimentos conceituais sem reconhecer o “ergo” de quem vive a educação.

Mas estamos próximos de iniciar uma nova configuração de educação que permite a descoberta de possibilidades de construir uma cidade educadora, vivendo a cidade como forma sensível de civilização, nuam evolução criadora como nos provoca Henri Bergson: “quando recolocamos o nosso ser no nosso querer, e este no impulso que ele prolonga, compreendemos que a realidade é um perpétuo crescer, uma criação que continua sem fim. A nossa vontade já fez um milagre”.


José Luiz Adeve (Cometa)

Coordenador do Núcleo de Comunicação Comunitária

Fundação Tide Setubal - www.ftas.org.br

55 (11) 2956 0091

55 (11) 973888391

Por uma educação que produza conhecimento a partir de uma inteligência ecossistêmica para a renovação do pensamento social.